sexta-feira, 19 de outubro de 2012
falar pra tirar de dentro
terça-feira, 1 de junho de 2010
"Swimming", Tracey Thorn
Swimming
When that summer sun comes down
When the season comes around
There will be no ending sighs
We will be ---- by light
When we shake off and wind has change
We will see the point again
Right now we are just keeping the flow
Soon we'll be
Swimming, swimming
It's all over
So let's go on
There's nothing else
So let's go on
We can keep on
So let's keep on
There's no reason
So let's
Make a room
When the hurricane dives down
And everything lies on the ground
There'll be no ending sighs
We will be ---- by lights
It's all over
Let's carry on
Right now
We are just keeping the flow
Soon we'll be
Swimming, swimming
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Educação no trabalho
SEJA EDUCADO NO SEU TRABALHO
No lugar de: Nem fodendo!
Usar: Não tenho certeza se vai ser possível.
No lugar de: Tô cagando e andando!
Usar: Não vejo razão para preocupações.
No lugar de: Mas que porra eu tenho a ver com esta merda?
Usar: Inicialmente, eu não estava envolvido nesse projeto.
No lugar de: Caralho!
Usar: Interessante, hein?
No lugar de: Foda-se, não vai dar nem a pau!
Usar: Há razões de ordem técnica que impossibilitam a concretização da tarefa.
No lugar de: Puta merda, viado nenhum me fala nada!
Usar: Precisamos melhorar a comunicação interna.
No lugar de: E na bundinha, não vai nada?
Usar: Talvez eu possa trabalhar até mais tarde.
No lugar de: Aquele cara é um bunda-mole mesmo!
Usar: Ele não está familiarizado com a situação.
No lugar de: Vai pra puta que o pariu, seu viado do caralho !
Usar: Desculpe, senhor.
No lugar de: Bando de filho da puta!
Usar: Eles não ficaram satisfeitos com o resultado do trabalho.
No lugar de: Foda-se, se vira!
Usar: Infelizmente não posso ajudar.
No lugar de: Puta trabalhinho de corno!
Usar: Adoro desafios.
No lugar de: Ah, deu pro chefe?
Usar: Finalmente reconheceram sua competência.
No lugar de: Enfia essa merda no cu!
Usar: Está muito bom, mas , por favor, refaça esta parte do trabalho.
No lugar de: Ah, se eu pego o filho da puta que fez isso!
Usar: Precisamos reforçar nosso programa de treinamento.
No lugar de: Esta merda tá indo pro buraco!
Usar: Nossos índices de produtividade estão apresentando uma queda sensível.
No lugar de: Agora fudeu de vez!
Usar: Esse projeto não vai gerar o retorno previsto.
No lugar de: Eu sabia que ia dar merda!
Usar: Desculpe, eu teria avisado, se tivesse sido previamente consultado.
No lugar de: Cacete, vai sair cagada de novo!
Usar: Apesar do imenso esforço, teremos outra não conformidade.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
O cruzeiro: como tudo começou
De repente, o telão ou que o proprietário da cartela de número 6317 deveria comparecer à cabine do DJ. Várias pessoas conferiram a minha cartela para ver se era, mesmo, o número sorteado e a última delas, o Valtinho, anunciou: “você acabou de ganhar um cruzeiro, com tudo pago, a não ser bebidas alcoólicas e o traslado BH/SP.” Continuei fazendo cara de paisagem e de fui lacônico: “tá, e agora? Cadê a câmera escondida? Que horas você vai terminar com a pegadinha?” E ele: “você não tá acreditando, né?” Obviamente, eu não estava.
Fomos à chapelaria, ele preencheu um formulário com meus dados, chamou a fotógrafa da casa e fez aquela foto-padrão comigo, mostrando o certificado. Voltei para junto dos amigos que: primeiro, também não acreditavam e segundo, achavam que era pegadinha. O problema era que o prêmio era pra uma pessoa – e Luciano, nessa estória? –, e eu não sabia como resolver o impasse. Fui pra casa esperando que o céu se abrisse, que as trombetas soassem, ou sei lá o quê acontecesse pra me fazer acreditar que era verdade.
Como a correria em novembro estava monstra, disse a mim mesmo e ao Lu que só iria pensar no que fazer em janeiro, depois que o tumulto do final de ano passasse. O Natal passou, o Revéillon passou e janeiro chegou. Tava na hora de resolver como fazer com a casa e com os cachorros.
Mandei um email pra alguns amigos e só um, o mais animado, respondeu: “que estória é essa de cruzeiro gay e que você não me convidou?” Quando contei do que se tratava, foi categórico: “e quando eu passou o cartão de crédito?” Foram dias de ansiedade, por parte de ambos, até que a coisa foi definida.
O pessoal da PromoAção – fofos! – estavam ocupados e o amigo animado e muuuuuito ansioso, de agora em diante, Júnior, contatou uma amiga que era agente de turismo (em Brasília!) e comprou a cabine, junto com o Luciano. Eu ainda estava tenso porque o navio sairia de Santos na sexta, 5/2, e os meninos já tinham recebido seus vouchers-contratos-e-seguros e eu, nada. O email-luz da Roberta da PromoAção chegou no dia 29, falando meio que: “relaxe e goze e esteja em São Paulo no dia 5 de manhã”. Ou seja, chegou a hora de ir.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
expectativa |
1515 CDP I. 322
Acepções
■ substantivo feminino
situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento
Locuções
e. de direito
Rubrica: termo jurídico.
faculdade jurídica abstrata ou em vias de concretizar-se, que depende de um requisito legal ou de um fato aquisitivo específico
Etimologia
lat.medv. expectativa, fem.substv. do lat.medv. ex(s)pectativus,a,um (doc. em lat.medv. no snt. gratia expectativa), der. do rad. ex(s)pectatum, supn. do v. ex(s)pectáre 'estar na expectativa de, esperar, desejar, ter esperança'; o voc. penetrou no port. prov. por infl. do fr. expectative (1461) 'espera de alguma coisa, espera que repousa numa promessa ou numa probabilidade', fem.substv. do adj. expectatif 'que dá o direito de esperar'; ver espec-; f.hist. 1515 expectativa, 1532 espectatiua, 1548 speitativa, 1548 spetativa
Sinônimos
aguardo, aguardamento, espera, expectação, expetação, expetativa
domingo, 6 de dezembro de 2009
Dúvida
Sometimes I think the problem is not me. But, sometimes, I'm right that my name should be the problem.
Sometimes I don't know what to do. But, sometimes, I can swear for my life that my decision is the right and only one.
Sometimes I feel like all I want is to run away. But, sometimes, I won't move even if the world and all their beasts are coming to take me.
Às vezes, eu não sei o que fazer e quero fugir. Mas, fugir do quê? De mim mesmo e da minha dúvida cruel?
Sometimes I try hard to believe in some people. I could even say that my eyes don't focus because I force myself into not seeing something that's is hitting me in the head.
Sometimes I feel dumb believing. But, sometimes, I'm right that's all I have to do.
Sometimes I feel bad because I'm not being all I could be. But, sometimes, I dont know it it is worth.
Sometimes I think I can handle everything. But, sometimes, I'm right, I can.
Às vezes, eu me permito acreditar. Mesmo sabendo que não devo.
Dúvida
Sometimes I think the problem is not me. But, sometimes, I'm right that my name should be the problem.
Sometimes I don't know what to do. But, sometimes, I can swear for my life that my decision is the right and only one.
Sometimes I feel like all I want is to run away. But, sometimes, I won't move even if the world and all their beasts are coming to take me.
Às vezes, eu não sei o que fazer e quero fugir. Mas, fugir do quê? De mim mesmo e da minha dúvida cruel?
Sometimes I try hard to believe in some people. I could even say that my eyes don't focus because I force myself into not seeing something that's is hitting me in the head.
Sometimes I feel dumb believing. But, sometimes, I'm right that's all I have to do.
Sometimes I feel bad because I'm not being all I could be. But, sometimes, I dont know it it is worth.
Sometimes I think I can handle everything. But, sometimes, I'm right, I can.
Às vezes, eu me permito acreditar. Mesmo sabendo que não devo.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Para os (muito) próximos
MORE THAN THIS
Written by Robert Smith [The Cure]
For a second of your life
Tell me that it's true
Waiting for a sign
It's all I want of you
Your heart hides a secret
A promise of what is
Of something more than this
Just a second of your time
Any one will do
A taste of any other
Is all I want from you
Offer me the world
And how can I resist
Something more than this?
Make believe in magic
Make believe in dreams
Make believe in possible
Nothing as it seems
See, touch, taste, smell, hear
But never know if it's real (But never know if it's real)
For a second of your life
Tell me if it's true
Anywhere we are
Is all I want of you
On your lips lies a secret
A promise of a kiss
Of something more than this
Just a second of your time
Any one will do
To know from any other
Is all I want from you
You've given me the world
You know I can't resist
Something more than this
Make believe in magic
Make believe in dreams
Make believe in possible
Nothing as it seems
See, touch, taste, smell, hear
But never know if it's real (But never know if it's real)
Another second of my life
Not knowing if it's true
Make believe in nothing
Is all I want of you
Whispering the secret
Whispering there is
Always something other
Something more than this
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Viagens
Mas toda viagem implica em mudança, dor, amadurecimento, escolha e poesia, não necessariamente nessa ordem. A questão é equilibrar tudo isso, dentro do possível.
Ver alguém tão próximo, (e que às vezes se tem vontade de mandar pra longe...) se preparando pra viajar e ficar um tempo fora, tão longe, é meio que doloroso. É a velha estória de aproveitar o que se tem, de falar o que tem que falar (bom ou ruim), de rever conceitos, de dar importância a quem merece ou não.
De qualquer forma, viajar tem a ver com mudar: de lugar, de ponto de vista, de caminhos e destinos. Assim, se alguma coisa deixar de ser como era, se uma escolha se fizer necessária, se o jeito de ver for outro, também viaja quem não sai de onde está.
sábado, 24 de outubro de 2009
Ah, o nome!
Às vésperas de embarcar pra Índia, com a cabeça totalmente focada na viagem, não saiu outro nome pra ser registrado e daí, resolvi reativar esse blog com essa (nova) finalidade.
Acho que, a partir de agora, terei mais tempo para atualizá-lo. Hope so!
Passagem
Mas tenho visto coisas bacanas, e se os devidos donos autorizarem, vou colocá-las aqui.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
25.05 - Mumbai
Lembrei do email das profissões perigosas e o andaime de bambu
Lojinha do Salman, o moço dos óleos perfumados
Fechamos a conta, pegamos um táxi e nos mandamos para o aeroporto. O taxista fez um caminho diferente do que conhecíamos, bem mais bonito, passando pelo "calçadão" deles. Deu pra ver toda a orla de Mumbai. Foi uma sensação nova pra mim, um misto de alívio com pesar. Me peguei me perguntando se eu moraria em Mumbai.
Chegamos ao aeroporto, fizemos o check in e fomos para a sala de espera, onde escrevo esse restinho de diário. Nosso voo sai daqui a pouco, às 2h25 do dia 26. Vamos chegar em Belo Horizonte, ainda no dia 26.
Fim de festa
Foi bem mais do que eu esperava, em todos os sentidos. Faria (quase) tudo de novo, numa outra época do ano (menos quente e seca), visitaria apenas algumas cidades, porém com mais tranquilidade para aproveitar o que elas tem de melhor.
Agora, é dormir na Índia e acordar em Paris, ver o dia sobre o Atlântico e dormir a próxima noite, na minha cama.
24.05 - Mumbai
Rodamos por Colaba de manhã e depois do almoço, nos jogamos num táxi. Chegando lá, só não entramos do pânico porque já estávamos a vinte e tantos dias na Índia e já estávamos mais acostumados. O lugar era um muquifo total. O recepcionista, Patel, não falava inglês inteligível. Passou um tempo, chegaram mais dois que, ao nos ver lá, fizeram uma rede de amigos e a salinha encheu. O seriado é muito bacana, muito sexo gay, uma coisa soft porn. Quando acabou, o povo meio que saiu furtivamente. Eles ficaram tão curiosos em relação a gente quanto a gente, a eles. Comecei a perguntar e eles a responder.
Foi curioso. Parece que não existe vida lá. Do mesmo jeito que a gente não entende o modus vivendi deles, não entra na cabeça deles o tanto que a gente é aberto pra falar desse assunto. Como o Patel (parecia que) tinha que ir embora e era ele quem tomava conta da chave, ele foi meio que catando as coisas e levantando. A galera acompanhou.
Ficamos com a sensação de que, se tivéssemos proposto um café em algum lugar, talvez tivesse rolado. Mas pegamos os contatos e vamos ver se vai rolar. Entramos num táxi, paramos no MacDonald's porque já tínhamos perdido o horário da janta e fomos para o hotel, nos preparar para o nosso último dia.
23.05 - Mumbai
Já eram 10h40 da manhã quando o ônibus encostou. Aos poucos, as famílias foram chegando, ocupando seus lugares, abrindo suas marmitas, se amontoando, para dar início ao freak show. De um lado do ônibus, eram 3 lugares (como em um avião) e do outro, eram 2. Mas o fato de ser 3 lugares, não significava que 6 não poderiam se sentar ali. Pudemos passar por boa parte de Mumbai. Paramos em alguns pontos e entramos numa galeria de arte, num aquário, no templo de Ganesha e Lakshmi (deuses da prosperidade e da boa sorte), numa feira de ciências institucionalizada, e por último, Juhu Beach, a praia mais popular de Mumbai. Aí sim, constatei que nós, brasileiros, somos um dos povos mais privilegiados do mundo! Guarapari é o paraíso! Eu sabia que na Índia tinha muita gente, sempre vi tudo cheio, mas era porque ainda não tinha visto Juhu Beach. Todo mundo do planeta estava lá. Devia ter umas 100.000 pessoas numa praia do tamanho da Praia do Forte. Nunca vi (nem em sonho) nada igual.
Jehangir Gallery (o Palácio das Artes de Mumbai)
Táxis e ônibus
Colaba Street
Detalhes arquitetônicos
Coceira
Doobithalao (lavanderia)
Residência sem IPTU
Prédio antigo
Marine Drive, o calçadão deles
Pepino pra refrescar
Taraporewala Aquarium
Vista do Hanging Gardens, um "Parque Municipal" que fica no alto do morro
Mais Hanging Garden
Jsrdim de bonsai
Varal
Ônibus moderno e confortável
Templo Mahalakshmi
Oceano Índico e um calor insuportável
Juhu Beach, o "point"
Saímos de lá e pegamos o caminho de volta. A previsão de chegada no ponto de partida era às 18h30. Quando eram umas 20h, conseguimos sair do trânsito de Juhu Beach. Aos poucos, o povo foi descendo no meio do caminho. Faltando nós e mais umas 15 restantes, o ônibus estragou na entrada de um viaduto completamente "bocada". O guia tinha descido na primeira leva e o motorista não falava mais que 3 palavras em inglês. Como brigar nem falar com ele ia adiantar alguma coisa, pegamos um táxi e acabamos de chegar. Uma vez que o horário da janta no YWCA, pra variar, de novo, fomos ao MacDonald's. Luciano estava possesso. Acho que não consigo entrar num MacDonald's no resto desse ano. Fomos para o hotel, colocamos as coisas no lugar e apagamos.
22.05 - Mumbai
Subimos, arrumamos as coisas, fizemos o check out e saímos pra pegar um táxi. O primeiro não quis negociar. Fomos andando e parou outro. Luciano conseguiu a corrida por 70 rs. Ele perguntou pra onde e eu respondi YMCA. Ele perguntou de novo e eu disse ok. De repente, ele parou num lugar que fica atrás de onde a gente tinha olhado o preço. Achei que era outra entrada, pagamos o tio e entramos. Tinha uma recepção toda arrumada, mega ar-condicionado, tudo lindo. O gerente perguntou se eu não queria ver o quarto e eu disse que não e que já tinha visto no dia anterior e ele respondeu que não, que era a minha primeira vez ali. Perguntei o preço da diária e ele passou um valor diferente. Peguei o folheto do YMCA e mostrei pra ele. Ele abriu a gaveta e me deu outro folheto. A recepcionista olhou e me mostrou o detalhe: aquela recepção era do Y-W-CA, Associação Cristã de Moças, e não Y-M-CA, Associação Cristã de Moços, e que uma dava de fundos pra outra. Detalhe tão pequeno de nós dois!
Comparando as informações, descobrimos que seria mais vantagem ficar com as mocinhas, porque a diária era 300 rs mais cara, mas tinha café da manhã e jantar. E por esse valor, na rua, não conseguiríamos fazer duas refeições. Sorte total. O único 'senão' foi o pagamento adiantado. Colocamos a tranqueira no quarto e fomos bater perna. Agora, é só alegria.
Almoçamos, fomos comer uma sobremesa num café daqui, chamado Theobroma. Comi a melhor torta mousse de chocolate com laranja do Universo. Inigualável. Mumbai me surpreende cada vez mais. Voltamos para a Associação. Soneca, banho e jantar: mais uma vez, tenho que agradecer ao taxista que, por não me entender, me trouxe aqui. Comida indiana com pouco condimento, num buffet honesto. Enfim, tranqüilidade para aproveitar melhor o final da viagem.
Depois, fomos tomar um chope no Leopold e comprar água. Não rendemos muito, pois amanhã tem o ônibus do city tour. Mico do turista (ou não) é a chance de ver/passar por todos os pontos turísticos de Mumbai de uma só vez. Acho que vai ser bacana.
21.05 - Mumbai
Arrumamos as mochilas e fomos pra lan house, ver o que o Mustafa respondeu sobre o reembolso da passagem de trem Mumbai/Delhi. Nada. Vôo ok, alterado, saindo agora de Mumbai. Pesquisa de novos hotéis na internet, mas nenhum em Colaba com o preço que a gente pode pagar.
Descobrimos que dava pra caminhar do hotel até Colaba. No caminho, fomos fotografando algumas coisas. Uma das mais gritantes, na minha opinião, foi um anúncio de creme para clarear a pele. É sério. Quem duvidar, pode procurar no YouTube por "Fair and Lovely" e vai ver que Michael Jackson foi o primeiro, mas não foi o único... ;)
Creme clareante
Mumbai é mais limpa e organizada que o resto
Vista "aérea/parcial" de Colaba Causeway
A solução será irmos para o YMCA! Passamos lá pra ver; o quarto é superlimpo, a localização di tudo de bom e o preço é o menor que vamos pagar em toooda Índia. Ah, se a gente soubesse... Almoçamos MacDonald's e fomos pra estação tentar pegar um documento "oficial" pra mandar para o Mustafa nos reembolsar.
Depois de passar por 5 funcionários públicos indianos (o que fazer com 1 bilhão de pessoas num espaço do tamanho de 2/3 do Brasil?), fomos parar no gabinete do Inspetor Sênior da Estação Ferroviária de Mumbai. Ou seja, quem manda na bagaça. Quando expliquei pra ele que não esperava receber dinheiro da Indian Railways porque já sabia que o ticket foi emitido por terceiros e só queria um documento oficial de cancelamento, ele abriu um sorriso, pegou o telefone e chamou o assistente dele. Explicou a situação e tudo se resolveu em minutos. Ainda nos sugeriu visitar o Templo Hare Krisna Hare Rama que, segundo ele, é a melhor e mais bonita atração daqui. Pelo que ele fez por nós, me sinto na obrigação de fazê-lo.
De lá, passamos num posto FedEx e já despachamos pro Mustafa. Agora é só rezar e esperar. Afinal de contas, dar 80 dólares de presente para o Mustafa não está nos meus planos e essa graninha iria ajudar a aproveitar mais coisas por aqui... Como a FedEx é na rua do hotel, viemos umas um banho pra sair pra jantar. A preguiça (e a lavação de roupa) não deixou. Pedimos um Veg Byriani e fechamos o boteco por hoje. Amanhã, nos mudaremos para o YMCA! Piada pronta é pouco...
Momento lavagem de roupa suja (ou reciclagem de guarda-roupa)
